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PIADAS ASSIM DISSE O NÁRIO NOTÍCIAS (FAKE NEWS) IMAGENS MISTERIOSAS "NAS GARRA DA CERPENTE" CONHEÇA INNWOOD (NSW) QUEM JÁ VIU? COISAS DE POBRE FRASES... NOVOS CONCEITOS TRADUZINDO... CANTINHO DO MACAMBIRA
Um sujeito muito rude entrou na agência bancária e dirigiu-se para a atendente, furando uma fila bem grande: - Eu quero abrir uma ***** de uma conta nessa ***** de banco! - C-como, senhor? - Eu quero abrir uma ***** de uma conta nessa ***** desse banco! - Mas, senhor! Por favor modere-se e entre na fila, para ser atendido! - Que se **** a fila! Eu quero é abrir a ***** da conta! Aí a atendente foi reclamar com o sub-gerente: - Olha, tem um moço que chegou na agência, furou a fila e está falando um monte de palavrões! E o sub foi verificar: - Amigo, qual é o problema, hem?!... - Eu vim aqui nessa ***** de banco para abrir uma ***** de uma conta! Eu ganhei 248 milhão na mega-sena e quero depositar logo essa *****! - Tá! E essa **** não entendeu, não é? Ô Patrícia, vê se não **** e abre logo essa conta!... |
Tem gente que realmente não tem dinheiro, outros fingem não ter, para ficar "filando" dos outros. E nesse particular, tem gente que chega ao extremo. Pois havia um certo radialista da cidade de Belo Horizonte que costumava ficar ostensivamente pedindo para os outros pagarem o seu cafezinho na cantina da emissora de rádio. Ele sempre arranjava uma vítima, e o que é pior, ele enchia a xícara de açúcar e não mexia. Assim, ao terminar o cafezinho, ele sempre pedia ao rapaz da cantina para botar mais um pouquinho de café "para aproveitar o açúcar"...
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JENIFRAN AMBRÓSIO estava completamente sem dinheiro. Estava tão duro que só faltava pedir emprestado apoio e hipotecar solidariedade. Estava morando em New York já havia mais de uma ano, e as coisas não andavam muito bem. Foi aí que ele teve a idéia de treinar uma baratinha (as baratas americanas geralmente são bem capricahadas) para fazer alguns truques simples, na esperança de conseguir alguns trocados. Chegou a algum lugar mais amplo no Central Park, onde pudesse apresentar seu inusitado show. Falou com algumas pessoas que estavam próximas sobre o seu propósito ali, e pediu-lhes para que ficassem para ver aquela apresentação sem compromisso; mas que se gostassem, que então contribuíssem com alguma coisa. E deu início ao espetáculo! Começou de forma bastante tímida, mas a reação do público foi boa, e ele e a barata ousavam cada vez mais. A barata apontava para quem era solteiro, ou para quem era casado, conforme lhe fosse solicitado. Depois fazia pequenas contas, depois calculava raiz-quadrada. Até imitava o Frank Sinatra cantando "New york! New York!" (A bem da verdade, ela somente dublava). Foi um sucesso! A cada instante, chegavam mais e mais pessoas que a tudo assistiam em silência, e explodiam em "OOOOOHs!" de espanto. Começaram a cair os primeiros "cents", depois os dólares, um a um, e já havia notas de 20! Tudo ia muito bem, até que chegou uma dupla de baixinhos propagandistas que, mortos de curiosidade e vendo toda aquela multidão que literalmente lotava o Central Park, queriam chegar mais perto, apesar de toda a dificuldade: Quando ousavam perguntar a alguém o que estava acontecendo, ouviam invariavelmente um "SHHHHHHH!!", o que traduzido quer dizer "cala a boca, ô baixinho!!!" Assim, a muito custo, conseguiram chegar ao centro de toda a multidão, e nada vendo, Jack indagou decepcionado: "Hei, Jim! O que é que está havendo por aqui?!!!" "Olhe, Jack! Uma barata!..." E o Jack, mais que depressa, deu um pisão na barata, esmagando-a, ao mesmo tempo em que reclamava: "Veja, Jim! Quanta gente com medo de uma baratinha à toa!... Mas eu a esmaguei totalmente com o meu Sapato Ajax especial com solado duplo!" "É verdade, Jack! E assim você acaba de economizar em inseticidas que poderiam prejudicar a saúde de toda a população de New York!" "É isso mesmo, Jim! Com um só movimento eu resolvi toda a situação!" "Faça como o Jack! Use você também o sapato Ajax especial com solado duplo! E não seja mais atormentado por esses terríveis insetos rasteiros!..." |
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